terça-feira, 1 de maio de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Como pode um Deus amoroso mandar pessoas para o inferno?
Nossa resposta: Aqui estão algumas coisas a serem consideradas:
Deus dá a todas as pessoas evidências suficientes de sua existência.
“Pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles [os homens], porque Deus lhes manifestou. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis”. (Romanos 1: 19-20)
“Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos”. (Salmos 19:5)
Apesar disso, as pessoas escolhem não conhecê-lo.
“Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador…” (Romanos 1:25)
“Diz o tolo em seu coração: “Deus não existe”” (Salmos 14:1)
“Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho.” (Isaías 53:6)
“Deus olha lá dos céus para os filhos dos homens, para ver se há alguém que tenha entendimento, alguém que busque a Deus. Todos se desviaram, igualmente se corromperam; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer”. (Salmos 53:2-3)
“Nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus”. (2Timóteo 3:1-4)
Portanto, Deus está dando às pessoas o que elas querem.
Deus quer que todas as pessoas sejam resgatadas de seus pecados e conheçam a verdade (1Timóteo 2:3-4). Ele deseja que todos se arrependam e venham a conhecê-lo (2Pedro 3:9). Entretanto a Bíblia também revela que Deus não força ninguém a reconhecê-lo. Ele permite que as pessoas o rejeitem mesmo que isso não o agrade. Deus é amor (1João 4:16), mas ele permite que as pessoas rejeitem seu amor e permaneçam em seus pecados.
A bíblia diz que haverá um julgamento, quando todos terão que se apresentar diante do trono de Deus (Apocalipse 20:11-13). Qualquer um cujo nome não for encontrado escrito no “livro da vida” será jogado no lago de fogo (Apocalipse 20:15).
Deus disse aos israelitas: “Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e os seus filhos vivam.” Deuteronômio 30:19). Esta é a escolha perante cada um de nós: a bênção ou a maldição, vida ou morte, o amor de Deus ou a ira de Deus.
Parece ilógico para alguns que Deus possa ser amoroso e iracundo ao mesmo tempo. Entretanto, muito do caráter de Deus é além da nossa compreensão. A ira de Deus e o seu amor são compatíveis, mesmo que de uma forma que não possamos ainda compreender.
Mesmo que não possamos entender completamente, a decisão ainda está diante de nós. Deus diz que todos nós merecemos sua ira e julgamento. Jesus disse: “…a menos que vocês creiam que Eu Sou vocês morrerão em seus pecados”( João 8:24). Mas Ele convida a todos a se dirigirem a ele para obter perdão, para ao invés d eserem condenados por ele possamos ser perdoados e reconciliados com ele. Jesus disse: ” Em verdade, em verdade vos digo: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida”. (João 5:24). Para descobrir como começar um relacionamento com Deus e receber a vida eterna veja ”Conectando-se“.
Anjo de luz
Paulo era um ferrenho perseguidor da Igreja Cristã primitiva. Imbuído de autoridade, concedida pelo principal sacerdote, foi à caça de mulheres e homens convertidos para arrastá-los à prisão.
Seu ódio implacável não era devido à inveja, posição política, interesses econômicos ou pessoais.
Sua obstinação em tentar frear o cristianismo se dava por conta de seu extremo zelo pela fé tradicional de seus antepassados.
Era um religioso fanático. Cego, espiritualmente.
Por outro lado, também mostrava algo sublime em seu caráter: zeloso na sua fé e irrepreensível no cumprimento da Lei Judaica.
Ou seja, era sincero. Assumia sua crença.
Por conta dessa sinceridade, Deus o designou como instrumento escolhido para ser apóstolo enviado aos gentios.
Seu encontro com Jesus no caminho de Damasco mudou o curso da sua história e da Igreja.
Advogado inteligente, estudioso e profundo conhecedor das Escrituras Sagradas, inicialmente encontrou forte oposição por parte dos primeiros apóstolos, que não criam que um perseguidor e noviço na fé se transformasse "da noite para o dia" também num apóstolo.
Porém, diante das revelações extraordinárias, profecias, obras e, sobretudo, do testemunho do Próprio Senhor Jesus a Ananias (Atos 9.10-13), todos o aceitaram como um apóstolo temporão.
No decorrer de seu ministério entre os gentios (não judeus), Paulo logo identificou obreiros fraudulentos transformados em apóstolos de Cristo.
“Porque os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras.” 2 Coríntios 11.13-15
Que lições tiramos disso?
Que o mesmo espírito que se fazia passar por anjo de luz, na época de Paulo, se manifesta nos dias atuais;
Que o mesmo Espírito de Deus que revelou a Paulo os obreiros fraudulentos, nos tem revelado também os falsos apóstolos;
Que as credenciais de um verdadeiro apóstolo são:
Como um patriarca, o apóstolo é o primeiro dos ministérios. É como o tronco principal, a primícia de Deus. A partir dele vem o profeta, depois o evangelista, pastor e mestre. Nele estão inseridos os demais ministérios. I Coríntios 12.28; Efésios 4.11; 2 Pedro 3.2
Que podemos e devemos provar os espíritos, sim.
“Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora.” I João 4.1
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Porque existe briga e dissenções entre as Igrejas Evangélicas?

O Reino de Deus é feito de ordem e disciplina. Como corpo do Senhor, a Igreja (Reino de Deus na Terra) é formada pelos nascidos do Espírito Santo, lotados em diversas denominações evangélicas.
Esse corpo perfeito funciona de forma harmoniosa e rigorosamente de acordo com o Cabeça. Nele não há indisciplina, rebelião, insubmissão, insulto ou coisa parecida. Antes, cada membro funciona em sintonia com o outro em submissão e amor.
Todos trabalham por uma única causa: o desenvolvimento do Reino de Deus no mundo.
Ao afirmar que as portas do inferno não prevaleceriam contra Sua Igreja, o Senhor Se referia à Igreja Espiritual.
Ela é totalmente distinta da igreja institucional (igreja denominacional).
Enquanto a Espiritual serve ao Cabeça – Senhor Jesus Cristo – a institucional trabalha pela sua própria causa.
São muitos os conflitos de interesses entre os membros das igrejas institucionais. Cada um puxa a brasa para sua própria sardinha. E a carne impera livremente.
Dissenções, facções, difamações, calúnias e mentiras fazem parte do triste quadro das diferentes comunidades chamadas cristãs. E isto só acontece porque seus membros jamais nasceram de novo. E não nasceram de novo porque não morreram para o mundo…
…se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto. (João 12.24)
E o pior é que esses nascidos da carne ainda dificultam a entrada dos que querem entrar no Reino de Deus (Igreja Espiritual).
Usam a Bíblia e o Nome de Jesus à vontade…
Todo o cuidado com o fermento deles é, no mínimo, obrigação na defesa da salvação eterna.
Que o Senhor Jesus os abençoe!
O que você tem em comum com Deus?
Imagine que dois estranhos estejam sentados lado a lado num avião. A conversa entre eles dois pode ser mais ou menos assim:
- Ah, esses aviões, eu simplesmente odeio voar!
- Eu também, sempre estou viajando a negócios, mas ainda não me acostumei com isso.
- Então você está indo a Baltimore a negócios?
- Não. É que tenho família lá. Estou indo para visitar alguns parentes.
- Eu também tenho parentes lá. Você cresceu em Baltimore?
- Sim.
- Legal. Eu também.
Quando conversamos, procuramos falar sobre temas em comum. Nós buscamos assuntos em comum. Quando as pessoas não os conseguem achar, elas “apenas não têm nada a dizer”, ou talvez elas começam a falar do clima (existe coisa mais comum que o clima?).
É fácil nos relacionarmos com as pessoas quando temos algo em comum com elas. Como humanos, temos muito mais facilidade de nos relacionarmos com outros humanos do que com uma pedra ou uma árvore. Por causa da tremenda diferença entre nós e uma planta, não há como haver interação. Isso pode até parecer bobagem, mas é um fenômeno óbvio em nossas vidas.
Outra coisa a notar: à medida que temos mais semelhanças com o outro, a relação fica melhor. Mesmo que não possamos nos relacionar bem com uma planta, nós podemos lidar bem melhor com um animal (de estimação, por exemplo). Por quê? Porque os animais são mais semelhantes aos humanos do que as plantas. Quanto mais semelhanças existirem entre as duas partes, maior a possibilidade de relacionamento e mais alto o grau de afinidade.
Talvez esse fenômeno explique algo que vemos no primeiro livro da Bíblia. Lá a gente descobre que Deus fez a humanidade “à sua imagem e semelhança”. Nada na Terra, a não ser as pessoas, são feitas à semelhança de Deus.
E o que significa ter sido criado à imagem e semelhança de Deus? Talvez tenha sido a forma que Ele planejou para nós termos algumas das qualidades que Ele possui. Ainda que, reconhecidamente, num grau bem menor, nós podemos pensar, sentir, nos comunicar através da língua, criar, imaginar, magoar profundamente, nos divertir, brincar. E, semelhante a Deus, nós ainda temos um aspecto exclusivo e imaterial: o espírito. Temos também autoconsciência — “penso, logo existo”.
De muitas formas, parece que Deus nos criou como finitas versões de Sua própria infinitude. Isso nos diz muito sobre Sua intenção: em outras palavras, Ele deseja se relacionar conosco. Considere isso: você, com todas as suas peculiares características pessoais, habilidades, emoções e imaginação, é um quadro ambulante ilustrando as qualidades que servem de mini-exemplos do caráter de Deus e de Sua existência. Ele nos projetou para nos relacionarmos com Ele, e você é uma prova disso. Na verdade, todas as pessoas são. Mesmo que todo ser humano seja único (o que particularmente já é um milagre), somos todos imagem e semelhança de Deus.
E, sendo humanos, isso significa que estamos em uma posição privilegiada de adorar a Deus. Pense sobre isso. Quando foi a última vez que estava dirigindo numa estrada e viu bois celebrando em uma cerimônia religiosa? Exceto talvez em desenhos animados, animais não adoram a Deus. Mas em toda parte da história da humanidade e em toda parte do mundo, a existência humana tem se envolvido em uma forma de adoração ou outra. Talvez isso seja por que fomos feitos à imagem e semelhança de Deus Alguma coisa dentro de nós sabe que a vida tem um elemento espiritual em si, e que Deus deve estar envolvido nisso.
Para aprender mais um pouco sobre como ter um relacionamento com Deus, dê uma olhada em “Conectando-se” ou leia o livro de “João” na Bíblia.
Por que os discípulos de Jesus estavam dispostos a morrer?
(revisado por Natália Póvoas)
Três dias após ser crucificado, Jesus não estava na gruta que foi seu sepulcro. Alguns dizem que os discípulos de Jesus roubaram o seu corpo. Se isso for verdade, por que eles morreriam por algo que eles sabiam que era mentira? Você morreria?
E o caso deles não foi um suicídio em massa, no qual se uniram numa encenação ilusória. Cada um deles deixou família e emprego, viajando para países distantes, pregando que Jesus morreu e ressuscitou. Se os discípulos estivessem inventando tudo, cada um deles escolheu morrer prematuramente por algo que eles sabiam que não era verdade. Isso não faz sentido.
O que realmente faz sentido são os fatos históricos. Mesmo enquanto eram torturados, os discípulos insistiram que eles, tal como centenas de outros judeus, tinham visto Jesus vivo. Quando alguns foram presos e ordenados a não falarem sobre a ressurreição de Jesus, eles responderam: “Não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido!”
Eles sabiam que Jesus tinha sido surrado, chicoteado, pregado em uma cruz para morrer numa exibição pública. Uma lança foi transpassada na lateral de seu corpo para confirmar a sua morte. Soldados romanos montaram guarda na frente no sepulcro porque Jesus tinha afirmado que três dias depois de ser crucificado, ele ressuscitaria dos mortos.
No terceiro dia, os guardas fugiram; uma rocha de duas toneladas que selava a entrada do sepulcro estava lá em cima numa ladeira e o corpo de Jesus tinha desaparecido. Dentro da gruta, Pedro e João viram os panos que envolviam Jesus ainda lá, vazios.
Depois disso, os discípulos viram Jesus vivo por várias vezes. Eles ainda tiveram longas conversas e comeram com ele — depois de sua morte por crucificação. Estes discípulos chegaram ao momento de suas mortes proclamando sobre o que não tinham dúvida alguma — que Jesus tinha ressuscitado dos mortos, provando que ele era tudo o que tinha declarado ser: o Filho de Deus.
André morreu crucificado; Bartolomeu, surrado e depois crucificado; Tiago, filho de Alfeu, apedrejado até a morte; Tiago, filho de Zebedeu, decapitado; João, exilado por causa da sua fé, morreu por velhice; Judas (não o Isacariotes) e Matias, apedrejados até a morte; Mateus e Tomás, perfurados com lanças até a morte; Pedro, crucificado de cabeça para baixo; Filipe e Simão, crucificados.
Qual a sua opinião? Talvez você nunca precise morrer por causa do que crê sobre Jesus como eles morreram, mas você pode ter a mesma certeza que eles tiveram. Para aprender mais sobre Jesus e os fatos da sua ressurreição, leia “João” na Bíblia. E veja o artigo “Mais que uma fé cega“.
Por que Deus criaria alguém que o rejeitaria?
Sua pergunta: “Se Deus é sábio e sabe quem vai para o céu e para o inferno, por que Ele permitiria que alguém nascesse com livre arbítrio? Por que Ele permitiria que essa pessoa sofresse e fosse testada se Ele já sabia de tudo que estaria por vir?”
Nossa resposta: Embora Deus saiba antecipadamente todos os acontecimentos que podem ocorrer através do livre arbítrio, Ele ainda assim tem que permitir que esses acontecimentos ocorram.
O acontecimento desses fatos é uma expressão do conhecimento prévio de Deus em relação a eles. E não existiria livre arbítrio se Deus não permitisse que tais acontecimentos e escolhas pudessem ser feitos.
Para algumas questões instigantes (como a que você colocou), muitas vezes nós temos que criar algumas hipóteses… suposições… a menos que a Bíblia seja realmente clara na questão levantada. Na nossa opinião, a Bíblia não é realmente clara nesse assunto, então nós damos a você uma resposta, uma suposição.
O que podemos dizer com certeza é que Deus é confiável. E talvez aí esteja a questão central. Mesmo que não entendamos tudo, Ele nos deu evidências suficientes para que possamos confiar nEle, na Sua pessoa e no Seu caráter? A resposta é sim.
Deus evidenciou Seu caráter confiável através de Jesus Cristo. Deus se tornou semelhante aos humanos e então permitiu ser torturado e morto… em nosso favor. Ele fez isso para que nossos pecados pudessem ser perdoados, então não teríamos que morrer por causa de nossos próprios pecados. Este acontecimento – Jesus, o Filho de Deus, pagando os nossos pecados – mostra que Deus realmente se importa conosco.
Com isso, Deus, então, deu um grande passo adiante. Depois de Jesus ter morrido na cruz e ser sepultado, Ele ressuscitou três dias depois, exatamente como Ele disse que faria. A morte não é um problema para Deus. Deus está no controle de tudo. Pelo Seu amor por nós, Jesus morreu por nossos pecados, e devido a seu poder e controle, ressuscitou. Ele sempre cumprirá Sua palavra.
Deus se importa conosco e está no controle de tudo. Precisamos pensar nessas duas coisas importantes quando considerarmos os grandes mistérios da vida. Sim, Deus não nos deu as respostas para todas as coisas, mas Ele nos deu respostas suficientes para sabermos que podemos confiar Nele e segui-Lo. Sabemos o suficiente sobre Ele para nos certificarmos de que Ele é misericordioso, justo, puro, bom, embora algumas coisas não sejam completamente entendidas e embora Ele não tenha respondido a todas as nossas dúvidas.
Será que eu não posso me divertir agora e lidar com Deus e Jesus depois?
Sua pergunta: “Por que uma pessoa não pode ser salva aceitando a Cristo só depois da morte? Preciso me preocupar com isso agora?”
Nossa resposta: A Bíblia fala que “o homem está destinado a morrer uma só vez e, depois disso, enfrentar o juízo” (Hebreus 9:27). Hoje é o tempo para escolher ou rejeitar Jesus Cristo, não amanhã. Não há indicação na Bíblia de que você terá essa oportunidade depois. Deus pode mostrar misericórdia para aqueles que nunca ouviram falar de Cristo, mas por que ele mostraria misericórdia para aqueles que já ouviram e ainda assim o rejeitaram?
O que você está propondo é que seja livre para viver a vida da maneira que desejar nesse mundo, e, mesmo assim, herdar o reino do céu. Mas Deus não nos permite ter o bolo e ainda comê-lo. Ele diz “Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:36). Você não pode ganhar o mundo e rejeitar a Deus (nem que seja temporariamente) sem perder sua alma.
Se você rejeitar a revelação que Deus tem lhe dado sobre Ele, esperando lidar com essa “coisa de Deus” só depois, Deus pode não lhe dar a chance. Temos que responder positivamente hoje a qualquer revelação que Ele nos dá: “Se hoje vocês ouvirem a sua voz, não endureçam o coração” (Hebreus 4:7). Rejeitar a Deus hoje, esperando aceitá-lo amanhã, é endurecer o seu coração.
Por trás da sua questão está o equivoco de que você sabe o que é melhor para sua vida, de que você sabe além da sabedoria de Deus. Você sabe como deve viver sua vida, e assume que isso não envolva Deus/Cristo no momento. Mas isso está errado. Deus é o único que sabe o que é melhor para sua vida hoje e Ele é o melhor.
Existem várias parábolas e declarações de Jesus que mostram que aqueles que o rejeitarem nesta vida serão julgados como descrentes, já que não creram que Ele era o Filho de Deus que morreu pelos seus pecados. Cristo não está pedindo às pessoas para meramente dar-lhe crédito por Ele ser quem disse ser; Ele está procurando por seguidores de agora. Se você não o seguir durante essa vida, não há nenhuma garantia na Bíblia que Ele permitirá a sua entrada no ceú, com Ele, mais tarde.
Por favor, repense o que você está nos propondo com sua pergunta. Deus é Deus, o Criador, a única razão da sua existência, o único ser eterno, o único que sabe todas as coisas e pode estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. Ele é bem superior a nós em todos os sentidos. Dessa forma, temos que nos humilhar perante Ele. Isto é sabedoria. Se você deseja viver a sua vida sem Deus, Ele não o impedirá. De qualquer forma, essa vida – a vida que você escolheu para viver como gostaria – será sua única recompensa. Deus não vai atrapalhá-lo, provavelmente porque Ele acredita que nós devemos perceber Sua importância e majestade. Ele por si só, afinal, é Deus.
A Bíblia diz que esse mundo e suas cobiças são passageiros (1 João 2:17). Você negociaria um pequeno período de tempo de prazer (seja qual for sua noção de prazer) por uma eternidade de felicidade? Muitas pessoas negociam. Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim” (João 14:6). Ele ainda disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” (João 10:10). Deus não nos oferece apenas a vida eterna, mas uma vida mais abundante nesse mundo (diversão espiritual). Mas é preciso ter fé para ver e escolher isso. Você vai acreditar no que Deus diz ou vai confiar no seu próprio julgamento sobre as coisas? Essa parece ser a questão.
Existe mesmo um céu?
Sua pergunta: “Existe realmente um céu? Como ele se parece? Lá eu poderei ver toda a minha família e amigos que já se foram?”
Nossa resposta: Sim, existe mesmo um céu de acordo
com a Bíblia. O atual céu está numa dimensão diferente e não pode ser
visto pelos homens ao menos que Deus lhes revele, o que Ele fez em
muitas ocasiões para os Seus profetas (Isaias 6; Ezequiel 1; Daniel
7:9-10; 2Corintios 12:1-4; Apocalipse 1, 4-5). Lá no céu, Deus se
encontra no trono e a Bíblia declara que Jesus, o Cordeiro de Deus, está
sentado à direita do Pai nesse trono, até que Ele retorne para julgar a
Terra e construir Seu reino aqui.O que muitas pessoas chamam de “céu” é, na verdade, uma cidade eterna que a Bíblia chama de “Nova Jerusalém” (Apocalipse 21:2). “E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe” (Apocalipse 21:1). A cidade eterna é descrita assim:
“Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse, ‘Eis que faço novas todas as coisas!’” (Apocalipse 21:3-5)
“A cidade não necessita nem do sol, nem da lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada.” (Apocalipse 21:23)
A nova Jerusalém será a eterna morada do povo de Deus. Sobre esse lugar, a Bíblia fala que “não entrará nela coisa alguma impura, nem o que pratica abominação ou mentira; mas somente os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro” (Apocalipse 21:27).
A Bíblia nos diz que todas as pessoas experimentarão uma ressurreição corpórea da morte, e todos aparecerão diante do banco dos réus de Cristo (Apocalipse 20:11-13). Apesar de Jesus no passado ter vindo a Terra como um Salvador, Ele irá agora agir como um Juiz. E todo aquele que não for achado inscrito no livro da vida, será lançado no lago de fogo (Apocalipse 20:14-15).
A idéia de que todos irão para o céu e se reencontrar com seus parentes não é uma idéia de maneira alguma bíblica. Particularmente, Jesus diz que aqueles que acreditarem nele encontrariam vida, porque “ninguém vem ao Pai senão por Mim” (João 14:6). Apocalipse 7:9 nos conta que, no céu, existirá uma multidão de pessoas de todas as tribos, línguas, povos e nações que herdarão a vida eterna por causa de sua fé em Jesus. É provável que apenas aqueles que se humilharam perante Deus e responderam positivamente a qualquer revelação que Ele tenha lhes dado, permanecerão com Deus por toda a eternidade. Aqueles que rejeitaram a Deus não estarão com Ele.
Morte e vida após a morte

Você se forma. Arruma um emprego. Casa-se. Tem filhos. Procura mais alguns empregos. Compra uma casa. OK! Mas, E DEPOIS?
Você vai jogar futebol com seus filhos. Tenta ser um bom pai e um bom cônjuge. Você vê seus filhos indo ao baile de formatura do segundo grau, mesmo parecendo que ainda ontem eles usavam fraldas. Você faz e diz as mesmas coisas que seus pais fizeram e disseram, mesmo tendo jurado que jamais agiria como eles.
Você já passou pela crise da meia idade duas vezes. Seus filhos se formam na faculdade. Você ganha netinhos. Alguém te chama de vovó ou vovô. Você vive a sua vida descansando, extraindo o rendimento do fundo de aposentadoria. Você caminha de manhã. Trabalha no jardim. Lê o jornal. Assiste a TV. Fala ao telefone com seus filhos e netos. Viaja.
OK! Mas, E DEPOIS?
Bem, aí um dia você morre. Se você tiver sorte, terá uma vida relativamente longa. De setenta a noventa anos, se não morrer prematuramente de câncer ou acidente de carro. Mas, de qualquer forma, é inevitável que você morra um dia. A morte é o amanhã que nos espera, e ninguém está isento disso.
Mas será que é só isso? Não há nada além disso?
Algum dia você será só um cadáver. Eles irão enterrar seu corpo na terra ou queimarão seu corpo e colocarão suas cinzas numa urna. A grande questão é: “Vou desaparecer depois disso? Ainda haverá uma essência de MIM em algum lugar? Existe mesmo vida após a morte?”.
No fundo, todos nós esperamos que haja algo após a morte. Talvez bem no fundo da nossa mente estejamos planejando alguma coisa para esse “futuro eterno”.
Que tipos de planos? Algum tipo de vida depois da morte. Alguns chamam de paraíso. Outros chamam de céu. Alguns também falam sobre inferno.
Outro pensamento que muitas pessoas cultivam ao longo da vida, geralmente em seu subconsciente, é: “Eu sou uma boa pessoa, então devo ir para o céu algum dia”.
Será que é assim mesmo que funciona?
Muitas pessoas se acham “boas o suficiente” para o céu. Isso é uma suposição que fazemos. Se não roubamos um banco, ou não matamos alguém, ou não sonegamos impostos, achamos que somos justamente o tipo de pessoa que Deus está procurando para povoar o seu Lar. Para nós, somos bons o suficiente. Na bilheteria do céu, compramos nossos ingressos somente por sermos boas pessoas ao longo de toda a nossa vida.
Mas e se esse pensamento estiver errado? E aí? Que problemão teremos se estivermos errados sobre isso! Que fora!
Se você se acha suficientemente bom para o céu, existem duas considerações a fazer:
1. Se o céu é um lugar de perfeição, como pode alguém ser bom o suficiente?
A maioria de nós diria que tem um “esqueleto no armário”. Pelo menos um. Alguma coisa que esperamos que ninguém nunca descubra a nosso respeito. Um erro no nosso passado. Uma decisão infeliz. Um momento de fraqueza ou de estupidez que não gostamos nem de lembrar.
Esse é o extremo. Mas há uma série de outras coisas comuns que não gostaríamos que fosse descoberta. Podem ser as mentirinhas “inofensivas” que contamos. Ou as coisas que falamos pelas costas dos outros. Ou como copiamos o dever de casa de alguém. Ou as palavras torpes que dizemos às pessoas. Ou os pensamentos maus que temos sobre alguém.
Muito mais do que um evento lamentável, sabemos que, se examinarmos minuciosamente a nossa vida, encontraremos uma enorme sucessão de erros. Geralmente não fazemos o que acreditamos ser certo. E constantemente fazemos o que consideramos errado.
Todos nós, até mesmo as pessoas que podem ser consideradas basicamente boas, somos basicamente egoístas e muito imperfeitos.
Tudo o que fazemos é visto por Deus. Então, isso quer dizer que não podemos enganá-lo. Ele está perfeitamente ciente de todo bem que não fizemos (e que poderíamos ter feito) assim como de todo mal que fizemos. Ele também sabe todos os nossos pensamentos e razões.
Aqui está a segunda coisa para considerarmos se realmente acreditamos que somos bons o suficiente para merecer o céu:
2. É possível ser uma pessoa basicamente boa e ainda assim rejeitar Deus?
Imagine um homem chamado Raul. Ele é uma “boa” pessoa. Era ético em seu trabalho. Nunca roubou nem um grampo de ninguém. Ele era um marido e um pai fiel. Era cuidadoso com seus filhos. Fez sacrifícios por eles e por sua esposa (alguém a quem ele nunca enganou). Ele até contribuiu para algumas obras de caridade ao longo da vida.
Mas Raul, apesar de ser bom em alguns aspectos, nunca deixou Deus entrar em sua vida. Muitas vezes, Raul sentiu o desejo que Deus tinha de fazer parte da vida dele. Era como se Deus estivesse batendo à porta de seu coração. Mas ele nunca abriu a porta e sempre inventou desculpas para não abrir. Ironicamente, uma das desculpas mais usadas era: eu tenho sido uma boa pessoa, e eu irei para o céu”.
Raul queria ir para o céu. Todos querem. Mas, na realidade, Raul não queria conhecer Deus. E ele nunca parou para analisar as graves conseqüências daquela decisão (a decisão de manter Deus fora da sua vida).
Pare e pense. O céu é o Lar de Deus. Se Raul não quis conhecer Deus durante toda a sua vida na Terra, porque gostaria de conhecer Deus depois da morte? Em outras palavras, o que Raul não calculava era o quanto ele REPUGNAVA o céu.
O céu é um lugar onde Deus sempre está presente. É como se cada cantinho refletisse a face de Deus, constantemente. Que lugar horrível para Raul!
Raul sempre pensou que o céu fosse um lugar de extremo conforto, mas nunca parou para pensar como seria desconfortável para ele, no final das contas, já que ele não quis conhecer nem desenvolver um relacionamento com Deus. Para Raul, o céu não seria céu, mas sim um tipo de inferno.
Você deixaria alguém que nunca quis saber de você entrar em sua casa, mesmo sabendo que tudo naquele ambiente faz parte de você?
Muitas pessoas são como Raul. Elas querem o céu, mas não querem a Deus. E não percebem que assim, sob essas circunstâncias, o céu seria um péssimo lugar para estar.
Talvez a verdade dos fatos seja que o céu é para aqueles que sabem que não são bons o suficiente para estar lá, mas que, apesar de tudo, querem estar lá somente porque é lá que Deus está. Eles querem conhecer a Deus e ficar com Ele para sempre. A recompensa da vida após a morte não é o céu, mas especialmente seu Anfitrião.
Você quer conhecer Deus? Quer saber como se tornar “bom o suficiente” para merecer o céu? Veja: “Conectando-se”.
E depois?
(revisado por Natália Póvoas)
Hoje você está na faculdade, tem entre 18 e 24 anos. Mas, e amanhã?Você se forma. Arruma um emprego. Casa-se. Tem filhos. Procura mais alguns empregos. Compra uma casa. OK! Mas, E DEPOIS?
Você vai jogar futebol com seus filhos. Tenta ser um bom pai e um bom cônjuge. Você vê seus filhos indo ao baile de formatura do segundo grau, mesmo parecendo que ainda ontem eles usavam fraldas. Você faz e diz as mesmas coisas que seus pais fizeram e disseram, mesmo tendo jurado que jamais agiria como eles.
Você já passou pela crise da meia idade duas vezes. Seus filhos se formam na faculdade. Você ganha netinhos. Alguém te chama de vovó ou vovô. Você vive a sua vida descansando, extraindo o rendimento do fundo de aposentadoria. Você caminha de manhã. Trabalha no jardim. Lê o jornal. Assiste a TV. Fala ao telefone com seus filhos e netos. Viaja.
OK! Mas, E DEPOIS?
Bem, aí um dia você morre. Se você tiver sorte, terá uma vida relativamente longa. De setenta a noventa anos, se não morrer prematuramente de câncer ou acidente de carro. Mas, de qualquer forma, é inevitável que você morra um dia. A morte é o amanhã que nos espera, e ninguém está isento disso.
Mas será que é só isso? Não há nada além disso?
Algum dia você será só um cadáver. Eles irão enterrar seu corpo na terra ou queimarão seu corpo e colocarão suas cinzas numa urna. A grande questão é: “Vou desaparecer depois disso? Ainda haverá uma essência de MIM em algum lugar? Existe mesmo vida após a morte?”.
No fundo, todos nós esperamos que haja algo após a morte. Talvez bem no fundo da nossa mente estejamos planejando alguma coisa para esse “futuro eterno”.
Que tipos de planos? Algum tipo de vida depois da morte. Alguns chamam de paraíso. Outros chamam de céu. Alguns também falam sobre inferno.
Outro pensamento que muitas pessoas cultivam ao longo da vida, geralmente em seu subconsciente, é: “Eu sou uma boa pessoa, então devo ir para o céu algum dia”.
Será que é assim mesmo que funciona?
Muitas pessoas se acham “boas o suficiente” para o céu. Isso é uma suposição que fazemos. Se não roubamos um banco, ou não matamos alguém, ou não sonegamos impostos, achamos que somos justamente o tipo de pessoa que Deus está procurando para povoar o seu Lar. Para nós, somos bons o suficiente. Na bilheteria do céu, compramos nossos ingressos somente por sermos boas pessoas ao longo de toda a nossa vida.
Mas e se esse pensamento estiver errado? E aí? Que problemão teremos se estivermos errados sobre isso! Que fora!
Se você se acha suficientemente bom para o céu, existem duas considerações a fazer:
1. Se o céu é um lugar de perfeição, como pode alguém ser bom o suficiente?
A maioria de nós diria que tem um “esqueleto no armário”. Pelo menos um. Alguma coisa que esperamos que ninguém nunca descubra a nosso respeito. Um erro no nosso passado. Uma decisão infeliz. Um momento de fraqueza ou de estupidez que não gostamos nem de lembrar.
Esse é o extremo. Mas há uma série de outras coisas comuns que não gostaríamos que fosse descoberta. Podem ser as mentirinhas “inofensivas” que contamos. Ou as coisas que falamos pelas costas dos outros. Ou como copiamos o dever de casa de alguém. Ou as palavras torpes que dizemos às pessoas. Ou os pensamentos maus que temos sobre alguém.
Muito mais do que um evento lamentável, sabemos que, se examinarmos minuciosamente a nossa vida, encontraremos uma enorme sucessão de erros. Geralmente não fazemos o que acreditamos ser certo. E constantemente fazemos o que consideramos errado.
Todos nós, até mesmo as pessoas que podem ser consideradas basicamente boas, somos basicamente egoístas e muito imperfeitos.
Tudo o que fazemos é visto por Deus. Então, isso quer dizer que não podemos enganá-lo. Ele está perfeitamente ciente de todo bem que não fizemos (e que poderíamos ter feito) assim como de todo mal que fizemos. Ele também sabe todos os nossos pensamentos e razões.
Aqui está a segunda coisa para considerarmos se realmente acreditamos que somos bons o suficiente para merecer o céu:
2. É possível ser uma pessoa basicamente boa e ainda assim rejeitar Deus?
Imagine um homem chamado Raul. Ele é uma “boa” pessoa. Era ético em seu trabalho. Nunca roubou nem um grampo de ninguém. Ele era um marido e um pai fiel. Era cuidadoso com seus filhos. Fez sacrifícios por eles e por sua esposa (alguém a quem ele nunca enganou). Ele até contribuiu para algumas obras de caridade ao longo da vida.
Mas Raul, apesar de ser bom em alguns aspectos, nunca deixou Deus entrar em sua vida. Muitas vezes, Raul sentiu o desejo que Deus tinha de fazer parte da vida dele. Era como se Deus estivesse batendo à porta de seu coração. Mas ele nunca abriu a porta e sempre inventou desculpas para não abrir. Ironicamente, uma das desculpas mais usadas era: eu tenho sido uma boa pessoa, e eu irei para o céu”.
Raul queria ir para o céu. Todos querem. Mas, na realidade, Raul não queria conhecer Deus. E ele nunca parou para analisar as graves conseqüências daquela decisão (a decisão de manter Deus fora da sua vida).
Pare e pense. O céu é o Lar de Deus. Se Raul não quis conhecer Deus durante toda a sua vida na Terra, porque gostaria de conhecer Deus depois da morte? Em outras palavras, o que Raul não calculava era o quanto ele REPUGNAVA o céu.
O céu é um lugar onde Deus sempre está presente. É como se cada cantinho refletisse a face de Deus, constantemente. Que lugar horrível para Raul!
Raul sempre pensou que o céu fosse um lugar de extremo conforto, mas nunca parou para pensar como seria desconfortável para ele, no final das contas, já que ele não quis conhecer nem desenvolver um relacionamento com Deus. Para Raul, o céu não seria céu, mas sim um tipo de inferno.
Você deixaria alguém que nunca quis saber de você entrar em sua casa, mesmo sabendo que tudo naquele ambiente faz parte de você?
Muitas pessoas são como Raul. Elas querem o céu, mas não querem a Deus. E não percebem que assim, sob essas circunstâncias, o céu seria um péssimo lugar para estar.
Talvez a verdade dos fatos seja que o céu é para aqueles que sabem que não são bons o suficiente para estar lá, mas que, apesar de tudo, querem estar lá somente porque é lá que Deus está. Eles querem conhecer a Deus e ficar com Ele para sempre. A recompensa da vida após a morte não é o céu, mas especialmente seu Anfitrião.
Você quer conhecer Deus? Quer saber como se tornar “bom o suficiente” para merecer o céu? Veja: “Conectando-se”.
Como será o céu?
(revisado por Natália Póvoas)
Na maioria das vezes, há uma imagem estereotipada na cabeça das
pessoas a respeito do céu: alguém sentado numa nuvem, tocando harpa e
aparentemente entediado com os seus talentos. Será que o céu se parece
com isso? Duvido muito.Pense sobre isto: estamos falando sobre Deus. Como você mesmo pode perceber, Ele é muito criativo. Se você tem alguma dúvida a respeito disso, somente contemple um pôr do sol, ou tente sondar como o Universo pode estar suspenso em união, de maneira totalmente segura, ou pense sobre a vastidão do espaço, ou leia sobre o DNA. Sim, Deus sabe um pouquinho das coisas!
Então, o que sabemos nós sobre o céu? A Bíblia diz que lá “não haverá mais morte ou lamentações, ou choro ou dor”. Isso é “gigantesco”, não é?
Não haverá mais morte? Quer dizer que não haverá mais câncer, AIDS, guerras ou assassinatos? Parece muito bom! Sem mais lamentações? Quer dizer que não haverá mais jovens viúvas tentando criar seus quatro filhos, nem bebês sendo seqüestrados por psicopatas, nem cruzes ao lado das estradas significando que alguém foi morto por um motorista bêbado, nem cidades perecendo com terremotos? Nunca mais? Isso é incrível!
Não haverá mais choro nem dor? Quer dizer: sem mais divórcios destruindo lares, sem mais nenhuma filha sendo violentada pelo próprio pai, sem mais nenhum adolescente vendendo seu corpo por dinheiro, sem mais ninguém se sentindo inseguro porque é muito alto, ou muito baixo, muito gordo, ou muito magro, sem mais comunidades famintas por negligência do governo, sem mais nenhuma avó solitária cujo marido morreu 20 anos antes do tempo, sem mais nenhuma pessoa talentosa perdendo a vida por uma dose de cocaína, sem mais maridos alcoólatras fazendo suas mulheres e filhos de saco de pancada, sem mais nenhum insulto ou maldade somente porque a pele de alguém é de uma cor diferente, sem mais palavras de ódio sendo faladas ou ouvidas por ninguém? Esse lugar parece ser realmente excelente!
Com o que mais se parece o céu? Ninguém melhor do que Deus sabe disso. Mas obviamente será um estilo de vida completamente novo. E se o mundo atual pode servir como exemplo, podemos esperar que o próximo mundo mostre muito mais da criatividade de Deus. Estamos falando de dimensões de tempo e espaço diferentes, e de novas atividades e entretenimentos com as quais nunca sequer sonhamos. E esse é justamente o X da questão: o que nos espera no céu está além do que podemos imaginar.
Você acha que poderia conceber a idéia de criar uma girafa? Ou um tigre? Ou uma zebra? Talvez. O.K., você está se sentindo bem confiante. E o que dizer das quatro estações? O que dizer do fato da Terra girar em torno de seu próprio eixo ao mesmo tempo em que gira em torno do sol? Essa é realmente boa, você deve admitir… Ou o fato da lua influenciar a maré dos oceanos aqui na Terra? O que dizer do olho humano? O.K., e o que dizer sobre o sexo? (Isso prende a sua atenção!). Alguma vez você já parou para imaginar se Deus tem alguma coisa melhor que o sexo reservado e planejado para nós na vida eterna? Você diz: “De jeito nenhum!”, mas e se Ele tiver?
A questão é: Deus é extremamente criativo! Tudo o que temos a fazer é olhar a nossa volta. Nosso mundo é incrível! E talvez Deus ainda não tenha nem começado o Seu show. É bem provável que não tenha começado mesmo. Mas podemos estar confiantes do seguinte: seja lá como o céu for, ele será muito mais do que podemos imaginar agora, ou no futuro. Nós simplesmente não fazemos a menor idéia.
Quer aprender mais sobre Deus ou sobre como você pode ir para o céu? Leia o artigo Conectando-se.
Onde está Deus no meio da tragédia?
(por EveryStudent.com, revisado por Natália Póvoas)
Tragédias, Desastres, Ataques Terroristas: Onde está Deus?Deus é o criador do universo que anseia para que nós o conheçamos. É por isso que todos nós estamos aqui. É desejo dele que confiemos, experimentemos sua força, amor, justiça, bondade e compaixão. Então ele diz a todos que estão dispostos: “venham a mim”.
Diferente de nós, Deus sabe o que acontecerá amanhã, na próxima semana, no próximo ano, na próxima década. Ele diz : “Eu sou Deus, e não há ninguém como eu, declarando o fim desde o inicio.” (Isaías 46:9) Ele sabe o que acontecerá no mundo. Mais importante, ele sabe o que acontecerá na sua vida e pode ajudá-lo, se você tiver escolhido incluí-lo em sua vida. Ele nos diz que pode ser “nosso refúgio e força, auxílio sempre presente em momentos de dificuldades.” (Salmos 46:1) Mas devemos fazer um esforço sincero para buscá-lo. Ele diz, “vocês me buscarão e me encontrarão, quando me procurarem de todo coração.” (Jeremias 29:13)
Isso não que dizer que aqueles que conhecem a Deus escaparão de momentos difíceis. Não escaparão. Quando um terrorista ataca, causa sofrimento e morte, aqueles que conhecem a Deus estarão envolvidos nesse sofrimento também, mas com eles há uma paz e força que a presença de Deus dá. Um dos seguidores de Jesus colocou isso desta forma: “de todos os lados somos pressionados, mas não desanimados, ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos.” ( 2º Coríntios 4:8-9) A realidade nos diz que experimentaremos problemas na vida. Porém, se nós passamos por eles enquanto conhecemos a Deus, podemos reagir a eles com uma perspectiva diferente e com uma força que não é nossa. Nenhum problema tem a capacidade de ser enorme demais para Deus. Ele é maior que todos os problemas que podem nos atingir, e não somos deixados sozinhos para lidar com eles.
A palavra de Deus nos diz: “O Senhor é bom, um refugio em tempos de dificuldade. Ele cuida daqueles que nele confiam” (Naum 1:7) e, “O senhor está perto de todos que o invocam, de todos que o invocam com sinceridade. Ele realiza os desejos daqueles que o temem; ouve-os gritar por socorro e os salva.” (Salmos 145:18-19)
Jesus Cristo disse estas palavras confortantes a seus seguidores: “Não se vendem dois pardais por uma moedinha? Contudo, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do Pai de vocês. Até os cabelos da cabeça de vocês estão todos contados. Portanto, não tenha medo; vocês valem mais do que muitos pardais!” (Mateus 10:24-31) Se você se voltar verdadeiramente para Deus, ele cuidará de você como ninguém mais cuida, e de uma forma que ninguém mais pode.
Tragédias, Desastres, Ataques Terroristas: Nosso Livre Arbítrio
Deus criou a humanidade com a habilidade de escolher. Isso quer dizer que não somos forçados a um relacionamento com ele. Ele nos permite rejeitá-lo e nos permite cometer atos ruins da mesma forma. Ele poderia forçar-nos a ser amáveis. Ele poderia forçar-nos a ser bons. Mas então que tipo de relacionamento teríamos com ele? Não seria de jeito nenhum um relacionamento, mas uma obediência forçada e absolutamente controlada. Ao invés disso, Ele nos deu a dignidade humana do livre arbítrio.
Naturalmente, nós choramos do fundo das nossas almas… “mas Deus, como você poderia deixar algo desta magnitude acontecer?”
Como gostaríamos que Ele agisse? Nós queremos que Ele controle as ações das pessoas? No caso de lidar com ataques terroristas, qual poderia ser um número possivelmente aceitável de mortes para Deus permitir?! Nos sentiríamos melhor se Deus permitisse somente o assassinato de centenas? Nos sentiríamos melhor se Deus permitisse somente a morte de uma pessoa? Mesmo se Deus evitar a morte de uma pessoa, já não há liberdade de escolha. Pessoas escolhem ignorar a Deus, desafiar a Deus, viver à sua própria maneira e cometer atos horríveis contra os outros.
Tragédias, Desastres, Ataques Terroristas: Nosso Mundo
Este planeta não é um lugar seguro: alguém pode atirar em nós, ou podemos ser atropelados por um carro, ou podemos pular de um prédio atacado por terroristas. Qualquer número de coisas pode acontecer a nós neste momento, neste ambiente duro chamado Terra, o lugar onde a vontade de Deus não é sempre seguida.
Mais ainda assim, Deus não está à mercê das pessoas, pelo contrário, nós é que estamos à sua mercê, felizmente. Esse é o Deus que criou o universo com suas estrelas incontáveis, simplesmente ao falar as palavras: “haja luz no firmamento do céu (Gênesis 1:14); esse é o Deus que diz que “reina sobre as nações” (Salmos 47:8); Ele é ilimitado em poder e sabedoria. Embora os problemas pareçam enormes demais para nós, nós temos um Deus incrivelmente capaz que nos lembra: “eu sou o Senhor, o Deus de toda a humanidade. Há alguma coisa difícil demais para mim?” (Jeremias 32:27) De alguma forma, Ele é capaz de manter a liberdade dos homens pecadores, e ainda assim fazer prevalecer sua vontade. Deus claramente diz: “meu conselho prevalecerá, e eu realizarei todo o meu propósito.” (Isaías 46:11) E podemos obter conforto se nossas vidas forem submetidas a Ele, “Deus se opõe aos orgulhosos, mas dá graça aos humildes.” (Tiago 4:6)
Tragédias, Desastres, Ataques Terroristas: Onde está Deus Agora?
Muitos de nós – não, todos nós – escolhemos às vezes nos desviar de Deus e seus caminhos. Comparados a outros, a um terrorista por exemplo, podemos até nos considerarmo pessoas respeitáveis e amáveis, mas sinceramente se tivermos que encarar Deus, vamos nos deparar com o conhecimento do nosso pecado. Ao começarmos a direcionar nossas orações a Deus, não somos surpreendidos, paralisados pelo sentido de que Deus conhece bem nossos pensamentos, ações e egocentrismo? Nós temos, com nossas vidas e ações, nos distanciado de Deus. Nós temos geralmente vivido como se pudéssemos levar nossas vidas muito bem sem Ele. A Bíblia diz que “Todos nós tal qual ovelhas, nos desviamos , cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho.” (Isaías 53:6)
As conseqüências? Nosso pecado nos separa de Deus, o que afeta mais do que nossa vida aqui e agora. A penalidade por nosso pecado é a morte, ou separação eterna de Deus, no entanto, Deus providenciou uma maneira para sermos perdoados e conhecê-lo.
Força interior através do amor de Deus
Deus veio à terra para nos resgatar. “Pois Deus amou o mundo de tal maneira, que enviou seu filho unigênito para que todo o que nele crê não pareça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que o mundo pudesse ser salvo através dele.” (João 3:16-17)
Deus conhece a dor e o sofrimento que encontramos neste mundo. Jesus deixou o conforto e a segurança do seu lar, e entrou no duro ambiente em que vivemos. Jesus se cansou, conheceu a fome e a sede, sofreu acusações dos outros e foi banido pela família e pelos amigos. Mas Jesus experimentou muito mais que dificuldades diárias. Jesus, o Filho de Deus na forma humana, por vontade própria, levou sobre si todo o pecado e pagou a nossa penalidade de morte: “conhecemos o amor nisto, que ele deu a sua vida por nós.” (1 João 3:16) Ele passou por tortura, morrendo uma morte de sufocação lenta e humilhante na cruz, para que fôssemos perdoados.
Jesus disse aos outros antecipadamente que seria crucificado. Ele disse que três dias depois de sua morte, retornaria à vida provando que Ele é Deus. Ele não disse que algum dia iria reencarnar (Quem poderia saber se ele realmente fizesse isso?). Ele disse que, três dias depois de ser enterrado, apareceria vivo fisicamente para aqueles que viram sua crucificação. Naquele terceiro dia, o túmulo de Jesus foi encontrado vazio e muitas pessoas testificaram tê-lo visto.
Agora, Ele nos oferece vida eterna. Nós não merecemos; é um dom de Deus oferecido a nós, o qual nós recebemos quando o convidamos a entrar em nossas vidas. “O dom de Deus é a vida eterna em Jesus Cristo.” (Romanos 6:23) Se nos arrependermos do nosso pecado e nos voltarmos para Deus, nós poderemos ter o dom da vida eterna através de Jesus Cristo. É bem simples: “Deus nos deu a vida eterna, e esta vida está no seu filho. Quem tem o filho tem a vida, quem não tem o filho de Deus , não tem a vida.” (1 João 5:12) Ele quer entrar em nossas vidas.
Força interior através do plano de Deus
E quanto ao céu? A Bíblia diz que Deus “pôs no coração do homem o anseio pela eternidade.” (Eclesiastes 3:11) Talvez isso signifique que nós saibamos, em nossos corações, como um mundo melhor seria. A morte das pessoas que amamos nos convence de que há alguma coisa muito errada com esta vida e este mundo. Em algum lugar no fundo de nossas almas, nós sabemos que deve haver um lugar melhor para viver, livre de dificuldades angustiantes e dor. Tenha certeza, Deus tem sim um lugar melhor, o qual Ele mesmo nos oferece. Lá haverá um sistema completamente diferente, no qual sua vontade é feita o tempo todo. Neste mundo, Deus enxugará toda lágrima dos olhos do seu povo. Não haverá mais tristeza, choro, morte ou dor (Apocalipse 21:8). E Deus, pelo seu Espírito, permanecerá nas pessoas de tal maneira que elas nunca pecarão novamente (Apocalipse 21:27 ; Coríntios 15:28)
Os eventos do ataque terrorista nos EUA são horríveis o suficiente. Recusar um relacionamento eterno com Deus, que Jesus oferece a você, seria muito pior. Não só à luz da vida eterna, mas não há nenhum relacionamento que se compare a conhecer a Deus nesta vida. Ele é nosso propósito na vida, nossa fonte de conforto, nossa sabedoria em tempos de confusão, nossa força e esperança. “Provai e vede que o senhor é bom, abençoado é o homem que nele se refugia.” (Salmos 34:8)
Alguns dizem que Deus é somente um apoio para os fracos, mas é provável que Ele seja o único confiável.
Jesus disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou, não como o mundo vos dá. Não se perturbe o vosso coração, nem se atemorize.” (João 14:27)
Para aqueles que confiaram em Jesus durante suas vidas, Ele diz que é como construir sua vida em uma rocha. Qualquer que seja a crise que o ataque nesta vida , Ele pode mantê-lo forte.
Força interior através do Filho de Deus
Você pode receber Cristo agora mesmo.”Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, Deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus.“ (João 1:12) É através de Jesus Cristo que podemos voltar a Deus. Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao pai senão por mim.” (João 14:6) Jesus ofereceu: “Eis que estou à porta e bato, se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo.” (Apocalipse 3:20)
Agora mesmo você pode convidar a Deus para entrar em sua vida. Você pode fazer isso através da oração. Oração significa conversar honestamente com Deus. Neste momento, você pode falar com Deus dizendo sinceramente algo assim:
“Deus, eu me distanciei de ti em meu coração, mas eu quero mudar isso, eu quero conhecê-lo, eu quero receber Jesus Cristo e seu perdão em minha vida. Eu não quero mais ficar separado de ti; seja o Deus da minha vida deste dia em diante. Obrigado, Deus”.
Você acabou de convidar a Deus sinceramente a entrar em sua vida agora? Se sim, você tem muito por esperar ansiosamente. Deus promete fazer de sua vida atual a maior satisfação a medida que você o conhece. (João 10:10)
Onde está Deus? Ele promete fazer morada em você (João 14:23). E ele lhe dá vida eterna (1 João 5:11-13). Não importa o que aconteça no mundo ao seu redor, Deus pode estar lá por você. Embora as pessoas não sigam os caminhos de Deus, Deus é capaz de tomar circunstâncias horríveis e fazer com que seu plano aconteça de qualquer forma. Deus está completamente no controle dos eventos do mundo. Se você é de Deus, então você pode descansar na promessa de que “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.” (Romanos 8:28)
Jesus Cristo disse: “Deixo-lhes a minha paz; a minha paz lhes dou, não a dou como o mundo a dá; nada perturbe o seu coração. Neste mundo, vocês terão aflições, contudo tenham ânimo. Eu venci o mundo.” (João 14:27 e 16:33) Ele promete nunca nos deixar ou nos abandonar. (Hebreus 13:5)
Para você crescer no conhecimento de Deus e de sua vontade para sua vida, leia os livros de Mateus, Marcos, Lucas e João na Bíblia.
Segurança em um mundo instável
Será que existe um lugar onde se pode encontrar segurança e estabilidade diante do que aconteça no mundo ou em nós mesmos? Podemos olhar para o futuro com esperança, sem levar em consideração as circunstâncias da vida? Nos dias de hoje, muitos estudantes estão vendo o valor de Deus como uma constante. O mundo ao nosso redor está em permanente mudança, mas Deus não muda. Ele é estável, confiável; Ele diz: “Há outro Deus além de mim? Não, não existe nenhuma outra Rocha; não conheço nenhuma. De fato, Eu, o Senhor, não mudo” (Isaías 44:8, Malaquias 3:6) Deus está sempre perto. Pode-se contar com ele. Ele é “o mesmo, ontem, hoje e para sempre.” (Hebreus 13:8) Deus pode se fazer conhecido, Ele nos dá confiança, colocando nossos corações em um lugar seguro.
É Possível Ter Tal Segurança?
Heather, uma estudante recém-formada, disse o seguinte: “Ter um relacionamento verdadeiro com Deus é uma realidade diária, incrível, linda. Existe uma ‘amizade celestial’ que eu não trocaria por nada no mundo. Sou tão profundamente conhecida e amada que sempre anseio pela comunicação adequada com Ele”.
Steve Sawyer, um estudante hemofílico, procurou por estabilidade quando descobriu que tinha sido infectado pelo HIV numa transfusão de sangue. No início, Steve ficou desesperado. Primeiro, culpou a Deus; depois, alcançou a Deus. O resultado: nos últimos anos de sua vida, Steve tem visitado inúmeros campi universitários (suportando grande dor) somente para contar aos estudantes como eles poderiam conhecer a Deus e experimentar a paz que ele experimentou o conhecendo. Deus disse: “Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbem os seus corações, nem tenham medo.” (João 14:27, 16:33)
Assim como Steve, outros estudantes aprenderam que não importa o que aconteça na vida, não é o “fim do mundo” — porque este mundo não é o fim.
O Deus Das Trincheiras
Muitas pessoas admitem que esperam até as coisas ficarem realmente difíceis para se voltarem para Deus. Um capelão militar da Segunda Guerra Mundial explicou que “não existem ateístas nas trincheiras.” Quando a vida é um mar-de-rosas, as pessoas sentem que não precisam de Deus. Mas isso geralmente muda quando as coisas se complicam, quando percebemos que estamos nas trincheiras.
Caryn, uma estudante na Virgínia (EUA), explicou como se encontrou com Deus: “Eu achava que era cristã porque ia a igreja todo domingo, mas eu não tinha idéia de como Deus era. Meu último ano no segundo grau se parecia muito com meus outros três anos. Passei a maior parte do meu tempo bêbada, drogada, ou tentando encontrar uma maneira de ser amada por alguém. Eu estava morrendo por dentro e não tinha controle sobre a minha vida. Só percebi o quanto desejava que minha vida acabasse quando fui para a universidade. Tinha que encontrar alguma esperança… Foi quando pedi a Deus que entrasse na minha vida. Ele tem me dado amor, segurança, perdão, apoio, conforto, aceitação e um propósito para viver. Ele é a minha força, e eu não estaria aqui hoje se não fosse por Ele.”
Quem sabe o que acontecerá no novo milênio? Muitos estudantes podem estar sentindo que estão numa trincheira. A vida pode ser uma batalha. A nossa segurança pode ser grandemente abalada. Nesses momentos quando as coisas ficam difíceis, geralmente buscamos a Deus. E se buscamos, as coisas vão melhorar, porque Deus, o imutável estará sempre disposto a se estabelecer aliança conosco, a se envolver em nossas vidas. Ele diz “Eu, eu mesmo, sou o Senhor, e além de mim não há salvador algum. Voltem-se para mim e sejam salvos…pois eu sou Deus, e não há nenhum outro.” (Isaías 43:11, Isaías 45:22)
Sim, é realmente possível pensar em Deus como uma “bengala”, um apoio. Na verdade, o mais provável é que Ele seja a única, verdadeira e legítima “bengala”.
As Trincheiras Invisíveis
Algumas pessoas, entretanto, se voltam para Deus quando as coisas parecem ir bem. John, um estudante no Texas, explicou que: “No meu último ano de faculdade, eu tinha conquistado todas as coisas que as pessoas dizem ser prazerosas e satisfatórias: ter posição de liderança em organizações no campus; festas; tirar boas notas; namorar garotas que realmente me atraíam. Tudo o que eu queria fazer e conquistar enquanto estava na faculdade passou — e eu ainda me sentia insatisfeito. Alguma coisa ainda faltava e não tinha mais pra onde ir. É claro que ninguém sabia que eu me sentia insatisfeito, pois eu não demonstrava no meu exterior.”
Até mesmo quando as coisas parecem ir bem, a vida ainda pode apresentar uma trincheira–um buraco interno que é invisível aos olhos humanos mas que é detectado pelo coração. Becky, uma estudante em Illinois (EUA), descreveu esse fenômeno da seguinte maneira: “Quantas vezes você pensou que se tivesse aquela peça de roupa, ou aquele namorado, ou visitado algum lugar, sua vida seria feliz e completa? E quantas vezes você comprou aquela camisa, ou namorou aquele cara ou visitou aquele lugar e saiu se sentindo ainda mais vazia do que antes?”
Não precisamos de fracassos ou tragédias para sentir as trincheiras. Na maioria das vezes, a falta de segurança resulta simplesmente de uma ausência de Deus nas nossas vidas. Becky fala sobre ter conhecido a Deus: “Desde então tenho passado por muitas lutas e mudanças na minha vida, mas tudo o que faço adquire uma perspectiva nova, pois sei que tenho um Deus eterno e que me ama ao meu lado. Eu creio que não há nada que Deus e eu não possamos suportar juntos–e sobre aquilo que buscava tão fortemente para me sentir completa, finalmente encontrei NEle.”
Com Deus envolvido nas nossas vidas, podemos descansar facilmente. Assim que começamos a conhecer Deus e a ouvir o que Ele diz na Bíblia, Ele nos traz segurança; podemos colocar a nossa esperança NEle como algo constante. Deus está esperando para nos dar provas de Si se nos voltarmos para Ele e O buscarmos.
Verdadeira Segurança – Construindo Sobre A Rocha
Você está construindo alguma coisa na sua vida? Acredite ou não, cada um de nós está construindo algo sobre algum tipo de alicerce. Nós temos sempre algum tipo de fundação, algo em que estamos colocando a nossa esperança e fé. Talvez esse alicerce seja nós mesmos: “Eu sei que posso fazer da minha vida um sucesso se eu der duro o bastante…”; um estilo de vida: “Se eu puder ganhar bastante dinheiro, a vida será maravilhosa”; um período de tempo: “O novo milênio é bom para mudanças.”
Mas Deus tem um ponto de vista diferente. Ele diz que colocar a nossa esperança e fé em nós mesmos, em outras pessoas, ou em qualquer outra coisa que o mundo oferece é alicerçar uma construção num terreno instável. Ele quer, pelo contrário, que confiemos NEle, pois diz: “Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha. Mas quem ouve estas minhas palavras e não as pratica é como um homem insensato que construiu a sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela caiu. E foi grande a sua queda.” (Mateus 7:24-27)
É sábio ter Deus envolvido nas nossas vidas naqueles momentos quando as catástrofes vêm. Mas a intenção dEle é que tenhamos uma vida mais plena, não importando quais sejam as circunstâncias. Ele quer ter uma influência positiva em cada área de nossas vidas. Quando nos apoiamos nEle e nas suas palavras, estamos construindo sobre a Rocha.
A Maior e Melhor Segurança
Algumas pessoas se sentem seguras por serem filhas de um multimilionário, ou por saberem que podem tirar boas notas facilmente. Há uma segurança ainda maior em se ter um relacionamento com Deus.
Deus é poderoso. Diferente de nós, Deus sabe o que vai acontecer amanhã, na próxima semana, na próxima década. Ele diz: “Eu sou Deus, e não há nenhum como eu. Desde o início faço conhecido o fim.” (Isaías 46:9-10) Ele sabe o acontecerá no novo milênio. Mais importante, Ele sabe o que vai acontecer com você e estará lá por você quando acontecer, se você escolheu incluí-lo na sua vida. Ele diz que pode ser “nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade.” (Salmos 46:1) Mas devemos fazer um esforço sincero em buscá-lo. Ele diz: “vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo coração.” (Jeremias 29:13)
Isso não quer dizer que aqueles que conhecem a Deus não passarão por momentos difíceis. Eles irão passar. Se um país sofrer ataques terroristas no novo milênio, aqueles que conhecem a Deus estarão incluídos no sofrimento. Mas existe uma paz e uma força que só a presença de Deus dá. Um seguidor de Jesus Cristo disse da seguinte maneira: “De todos os lados somos pressionados, mas não esmagados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos.” (2 Coríntios 4:8-9) A realidade nos diz que enfrentaremos problemas. Porém, se passarmos por eles tendo um relacionamento com Deus, podemos reagir a eles com uma perspectiva diferente e com uma força que não é a nossa. Nenhum problema é insuperável para Deus. Ele é maior do que qualquer problema que possa nos alcançar, e nós não estamos sozinhos para lidar com eles.
Deus cuida. O grande poder de Deus, que pode ser demonstrado nas nossas vidas, é acompanhado de Seu amor profundo. O novo milênio pode ser um tempo de paz mundial como nunca se viu antes, ou talvez haja mais racismo e violência, mais divórcios, etc. Em qualquer um dos casos, ninguém irá nos amar tanto quanto Deus nos ama. Ninguém irá cuidar tanto de nós quanto Deus cuida. A Palavra dEle nos diz “O Senhor é bom, um refúgio em tempos de angústia. Ele protege os que nEle confiam.” (Naum 1:7) “Lancem sobre Ele toda ansiedade, porque Ele tem cuidado de vocês.” (1 Pedro 5:7) E, “O Senhor é justo em todos os seus caminhos e é bondoso em tudo o que faz. O Senhor está perto de todos os que O invocam, de todos os que O invocam com sinceridade. Ele realiza os desejos daqueles que O temem; ouve-os gritar por socorro e os salva.” (Salmos 145:17-19)
Jesus Cristo disse aos seus seguidores estas palavras de conforto: “Não se vendem dois pardais por uma moedinha? Contudo, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do Pai de vocês. Até os cabelos da cabeça de vocês estão todos contados. Então, não tenham medo; vocês valem mais do que muitos pardais!” (Mateus 10:29-31) Se você se voltar para Deus, Ele cuidará de você como ninguém mais cuidaria, e de uma maneira que ninguém pode cuidar.
Experimentando A Segurança De Deus
Não temos idéia do que o novo milênio trará. Se trouxer momentos difíceis, Deus estará lá por nós. Se trouxer momentos tranqüilos, ainda precisaremos de Deus para preencher aquele vazio interior que temos e para dar sentido às nossas vidas.
Quando tudo for dito e cumprido, o que mais importará? O que realmente importa é que não estamos separados de Deus. Nós conhecemos a Deus? Ele nos conhece? Deixamos Ele do lado de fora das nossas vidas? Ou deixamos Ele entrar? Ao conhecer a Deus, Ele produz em nós uma mudança de perspectiva e nos dá esperança. A partir do momento que temos um relacionamento com Ele, podemos ter paz em meio a todas as circunstâncias.
Por que Deus deve ser o centro de nossas vidas? Porque não existe paz ou esperança verdadeira longe Dele. Ele é Deus e nós não somos. Ele não depende de nós, mas nós devemos depender Dele. Ele nos criou, pondo em nós a necessidade da presença dEle. Podemos tentar fazer a vida dar certo sem Ele, mas será fútil.
Deus quer que busquemos por Ele. Ele quer que O conheçamos e quer estar envolvido conosco. Mas existe um problema: todos nós impedimos que Ele se envolvesse. A Bíblia descreve essa atitude desta maneira: “Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho.” (Isaías 53:6a) Tentamos fazer a vida sem Deus. Isso é o que a Bíblia chama de “pecado”.
Heather, mencionada anteriormente, falou sobre pecado: “Quando entrei na universidade, eu não era cristã. O mundo estava ali aos meus pés, esperando ser revolucionado. Eu ia a reuniões políticas, tinha aulas sobre racismo e justiça social, e mergulhava no centro de serviço comunitário. Eu acreditava no poder que existia em mim para fazer uma diferença no mundo. Eu ensinava crianças desprivilegiadas de uma pré-escola; percorria os acampamentos durante o dia nos abrigos dos sem-teto; coletava restantes de comida para dar aos famintos. Mesmo assim, quanto mais eu tentava mudar o mundo, mais frustrada eu ficava. Fui confrontada com a burocracia, apatia, e… com o pecado. Comecei a pensar que talvez a natureza humana precisasse de uma revisão geral.”
Segurança Verdadeira = Segurança com Deus
A mudança dos tempos e o desenvolvimento da tecnologia não têm realmente tanta importância comparados com outras coisas grandes. Por quê? Porque o nosso grande problema enquanto seres humanos é que nos distanciamos de Deus. Nossos grandes problemas não são físicos, mas espirituais. Deus sabe disso, por isso Ele providenciou uma solução para o problema da nossa separação dEle. Ele preparou um caminho para que nós encontrássemos o nosso caminho de volta pra Ele…através de Jesus Cristo.
A Bíblia diz: “Pois Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16) Jesus Cristo foi crucificado por causa dos nossos pecados, no nosso lugar. Ele morreu, foi sepultado, depois ressuscitou dos mortos. Por causa de sua morte sacrificial, nós podemos nos envolver num relacionamento com Deus: “Contudo, aos que a receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus.” (João 1:12)
E isso tudo é realmente ainda mais simples: Deus queria ter um relacionamento conosco, então Ele tornou esse relacionamento possível através de Jesus. É então nossa decisão buscar a Deus e pedir que Ele faça parte de nós. Muitas pessoas fazem isso através de uma oração. Oração significa simplesmente conversar honestamente com Deus. Agora mesmo você pode alcançar a Deus, dizendo para Ele, com sinceridade, algo assim: “Deus, eu quero conhecer você. Eu não tenho permitido a sua presença na minha vida até agora, mas eu quero mudar isso. Eu quero desfrutar da sua solução para o problema da minha separação do Senhor. Confio na morte de Jesus por mim para que eu seja perdoado e esteja reconciliado com você. Eu quero que você esteja envolvido na minha vida de hoje em diante.”
Você sinceramente convidou Deus para entrar na sua vida? Somente você e Ele sabem com certeza. Se convidou, você tem muito o que esperar do futuro, com entusiasmo. Deus promete fazer da sua vida no presente uma grande satisfação por causa do seu relacionamento com Ele (João 10:10). Ele promete fazer morada em você (João 14:23). E Ele te dá a vida eterna (1 João 5:11-13).
Melissa, uma estudante na Nova Inglaterra, tinha isto para falar de Deus: “Minha mãe se divorciou do meu pai quando eu era muito jovem, e eu não tinha muita certeza do que estava acontecendo. Eu só sabia que meu pai não voltava mais pra casa. Um dia fui visitar minha avó e contei pra ela que eu não entendia porque meu pai me magoaria e depois desapareceria. Ela me abraçou e disse que existia alguém que nunca me abandonaria, e esse alguém era Jesus. Ela citou Hebreus 13:5 e Salmos 68:5 que dizem ‘Nunca o deixarei, nunca o abandonarei’ e ‘Pai para os órfãos…é Deus em sua santa habitação’. Eu estava muito entusiasmada de ouvir que Deus queria ser meu Pai.”
Não importa o que aconteça no mundo ao seu redor, existe uma segurança em saber que Deus está lá por você. Não importa o que o novo milênio traga, você pode ter Deus constantemente.
Para crescer no seu conhecimento sobre Deus e seu amor por você, leia o evangelho de João na Bíblia. Se você tem alguma pergunta sobre os assuntos levantados neste artigo, por favor, entre em contato conosco.
Será que o Nada alguma vez existiu?
(revisado por Débora Fernandes)
Você já parou pra pensar sobre o começo? Que começo?,
você diz. Você sabe: “Algo que tenha aparecido: Quem veio primeiro o
ovo ou a galinha?”. Ou qualquer coisa que era, que esteve aqui primeiro,
no mais remoto momento de todos os tempos. Você já parou pra pensar
sobre isso?Espere aí, você diz, existe a possibilidade de que no começo não houvesse nada? Seria possível que, há zilhões de anos atrás, não houvesse Nada Absoluto?
É uma teoria a ser considerada. Vamos considerá-la primeiro através de uma ilustração.
Imagine que você tem um quarto muito grande. Ele está completamente isolado de tudo e é quase do tamanho de um campo de futebol. O quarto está trancado permanentemente; não tem portas nem janelas e nenhum buraco em suas paredes.
Dentro do quarto não há nada. Um “Nada Absoluto”. Nenhuma partícula sequer. Não há ar. Não há poeira. Não há luz. É um quarto selado cujo interior está na total escuridão.
Bem, você pensa: e se eu tentar criar uma fagulha dentro do quarto? Então haveria luz nele por um rápido momento e isso já transformaria o Nada Absoluto em alguma coisa. Sim, mas você está fora do quarto. Então, isso não seria possível.
Então você diz: E se eu tentar teletransportar algo para dentro do quarto, como faziam naquele desenho animado os “Jedsons” ou no “Jornada nas Estrelas”? Mais uma vez, isso não seria possível, porque você estaria usando coisas que estão do lado de fora do quarto.
Aqui está novamente o dilema: você deve colocar alguma coisa dentro do quarto usando somente o que está dentro do quarto. Só que, nesse caso, dentro do quarto não há nada.
Bem, você diz: talvez uma pequenina partícula, em algum tempo, possa surgir dentro do quarto.
Existem três problemas com essa teoria: Primeiro, o tempo por si só não faz nada. As coisas acontecem no decorrer do tempo, mas não é o tempo com que faz que elas aconteçam. Por exemplo, só esperar 15 minutos para assar biscoitos não vai dar em nada… Não são os 15 minutos que irão assá-los e sim o calor do forno. Se você deixar os biscoitos sobre o balcão por 15 minutos, eles não irão assar sozinhos.
Na nossa ilustração, temos um quarto completamente isolado com o Nada Absoluto dentro. Esperar quinze minutos não irá mudar, de maneira nenhuma, a situação. Bem, você diz: e se esperarmos longos períodos de tempo? Um longo período de tempo é simplesmente um amontoado de segmentos de 15 minutos colocados juntos. Se você esperasse por um longo período de tempo com seus biscoitos em cima do balcão, iria o tempo assá-los?
O segundo problema é este: Por que algo iria simplesmente “surgir”? É necessária uma razão para isso acontecer. Já que só existe o Nada Absoluto dentro do quarto, o que impediria que tudo continue como está: no nada? Sabe-se que não existe nada que faça as coisas surgirem sem razões, visto que as “razões” têm de vir do interior do quarto.
Bem, você diz: será que uma minúscula partícula não teria mais chances de se materializar do que algo grande como uma bola de futebol?
Isso revela o terceiro problema: tamanho. Assim como o tempo, tamanho é algo abstrato e relativo. Imagine que temos três bolas de futebol, variando de tamanho. Uma tem 3m de diâmetro, outra tem 1m e outra é do tamanho normal. Qual delas é mais provável de aparecer dentro do quarto? A bola de tamanho normal? Não! Seria a mesma probabilidade para todas as três. O tamanho não importa. A questão não é o tamanho. A questão é: podealguma bola de baseball de qualquer tamanho simplesmente “aparecer” dentro do nosso quarto selado e vazio? Se você acha que nem a menor delas poderia simplesmente aparecer dentro do quarto, não importa quanto tempo passasse, então você poderia concluir que o mesmo valeria para um átomo. Tamanho não é a questão. A probabilidade de uma partícula minúscula surgir sem motivo algum não é diferente de uma geladeira se materializar sem causa alguma!
Agora vamos esticar, literalmente, a nossa ilustração adiante. Vamos pegar o nosso grande quarto escuro e tirar suas paredes do lugar. Vamos ampliar o quarto em todas as direções infinitamente. Agora, não existe nada do lado de fora do quarto, porque o quarto é tudo o que existe. Ponto final.
Nesse quarto grande e infinito não há luz, não há poeira, não há partículas de nenhum tipo, não há ar, não há elementos, não há moléculas; ele é o Nada Absoluto. De fato, podemos chamá-lo de Nada Absoluto.
Mais uma pergunta: Se realmente, há trilhões de anos atrás existisse o Nada Absoluto, não existiria hoje também o Nada Absoluto?
A resposta é sim, visto que qualquer coisa – não importa quão pequena – não pode surgir sem razões do Nada Absoluto.
O que isso nos diz? Resposta: O Nada Absoluto nunca existiu. Por quê? Porque se o Nada Absoluto alguma vez existiu, ainda hoje existiria!
Se o Nada Absoluto tivesse existido não haveria nada além dele que causasse a existência das coisas.
Novamente, se o Nada Absoluto nunca existiu, ainda existiria.
Porém, alguma coisa existe. Na verdade, muitas coisas existem. Você, por exemplo, é algo que existe, algo de muita importância. Por essa razão, você é prova de que o Nada Absoluto nunca existiu.
Agora, se o Nada Absoluto nunca existiu, isso significa que sempre houve um tempo em que pelo menos Alguma Coisa sempre existiu. O que seria esse “Alguma Coisa”?
Seria uma coisa ou várias coisas? Seria um átomo? Uma partícula? Uma molécula? Uma bola de futebol? Uma bola de futebol mutante? Uma geladeira? Alguns biscoitos?
Para descobrir, continue lendo o artigo Alguma Coisa.
Qual
é a maior decisão que você tomará na vida? Voltemos a esta pergunta
mais tarde. Por ora, pense a respeito disso: você pode tomar decisões.
Você pode tomar decisões! Caso você nunca tenha pensado a respeito disso
antes, por favor, considere: tomar decisões é uma capacidade
extraordinária.
Por
que um salmão nada contra a correnteza uma vez ao ano? Por que ele
decide ou por que algum instinto o leva a fazê-lo? Ele praticamente não
tem escolha a respeito. Mas uma recém-formada na universidade pode
mudar-se para São Paulo ou Porto Alegre, se possuir uma oferta de
emprego em ambas as cidades. Ela terá que fazer uma escolha, não baseada
em seus instintos. Será São Paulo ou Porto Alegre? Talvez o trabalho em
São Paulo pague mais, mas ela prefira morar em Porto Alegre mesmo
assim. Escolher um ou outro implica em um ‘não’ e em um ‘sim’. Ela dirá
‘sim’ à cidade que escolheu e ‘não’ à cidade em que decidiu recusar o
trabalho.
Dizemos
‘sim’ e ‘não’ o tempo todo. Provavelmente milhares por dia. Você já
parou para pensar em como essa habilidade é maravilhosa? Já pensou em
qual seria a decisão mais importante da sua vida?
Decidir requer opções
A
capacidade de escolha é algo notável. Se o seu curso exige que você
escolha uma língua estrangeira para estudar, você pode escolher a que
quiser. Será francês, russo, alemão ou espanhol? Você não é
instintivamente forçado a aprender nenhuma delas. Ao contrário, você
considera as opções e diz ‘sim’ para uma, e ‘não’ para todas as outras.
Um
garoto que cresce na República Dominicana não decide quem serão seus
pais, em que cidade será criado e que língua falará. Mas conforme
cresce, sua gama de opções aumenta. Se ele conseguir passar pelo ensino
primário, poderá escolher entrar para o exército ou fazer uma faculdade.
Qual ele vai escolher?
Ele
não escolheu nascer na República Dominicana mas, se estudar bastante,
formar-se médico e ganhar dinheiro suficiente, poderá decidir sair de
sua terra natal e abrir uma clínica em um outro país.
Muitas
coisas nos são forçadas quando nascemos. Quem nossos pais são, onde
nascemos, nosso gênero e raça. Mas conforme vivemos, aprendemos que
podemos e devemos fazer escolhas quando há múltiplas opções disponíveis.
Em um lar saudável, o pai ajuda seus filhos adolescentes a entenderem
que eles precisam tomar decisões na vida, e que estas terão as suas
conseqüências.
As
pessoas tomam decisões de acordo com a as opções que possuem. Se não
têm opção, não há decisão a ser tomada. Porém, se há mais de uma opção,
uma escolha deve ser feita. Mesmo a opção por não decidir é uma decisão.
Algumas
decisões são mais importantes que outras. A escolha de uma mulher em se
casar com João ou Fred é muito mais importante do que sua preferência
por pão com manteiga ou por fruta no café da manhã. Ela é mais
importante porque a escolha de seu companheiro terá conseqüências
maiores e mais duradouras.
O
que vemos é que a importância de uma decisão está atrelada a duas
coisas: suas conseqüências e as pessoas ou coisas envolvidas.
Por
exemplo, com quem você vai se casar é uma decisão muito importante.
Envolve outro ser humano e a pessoa eleita trará conseqüências
impactantes e permanentes em sua vida. Com isso em mente, qual é a maior
decisão da sua vida?
Quando decidir se torna importante
Pense nisso: a decisão mais importante da sua vida envolve o que você vai fazer com Deus.
Reflita
um pouco. Se Deus é quem a maioria das pessoas pensa que é, então ele é
a pessoa mais importante que existe. Ele é o Criador e o Mantenedor do
Universo.. Ele é um ser que sempre existiu e que está aqui para ficar,
não importa o que aconteça.
A
sua opção por ‘onion rings’ ao invés de fritas, não é algo relevante.
Que diferença fará se você escolher comprar uma camisa xadrez ao invés
de uma vermelha lisa? Se você se casou com Bruno ou Breno, Maria ou
Mariana – ainda que isso seja importante -, no fim das contas, o que é
essa escolha comparada com a sua decisão de juntar-se a Deus?
E
esta é exatamente a situação em que nos encontramos. Porque Deus
permitiu que pudéssemos dizer ‘sim’ ou ‘não’ para Ele. Nós podemos
aceitar este matrimônio divino ou rejeitá-lo de uma vez. Nós podemos
dizer ‘sim’ ou ‘não’ para o Deus de toda a criação. E não decidir é, no
fim das contas, uma decisão.
Se
você pensar um pouco, verá que isso é bem impressionante. Imagine que
você seja amado (a) e adorado (a) pela pessoa mais linda, inteligente,
esperta, amorosa e corajosa que já existiu. Imagine que essa pessoa te
ame com um amor sacrificial e queira casar-se com você para a vida toda –
na verdade para uma eternidade de alegria compartilhada.
O que você diria? ‘Sinto muito. Você não é boa o suficiente para mim.’
Ainda assim, esta é a posição que muitas pessoas (a maioria?) toma com relação a Deus.
Algumas decisões deveriam ser fáceis
Se
algum dia nós quiséssemos um relacionamento com alguém, deveria ser com
Deus. Não há ninguém melhor para se relacionar. Ele é perfeitamente
bom, sábio, amoroso, justo, respeitoso, honesto e cuidadoso. É bem
possível que olhar em seu rosto se tornasse a maior experiência de
nossas vidas.
E
mesmo assim dizemos para ele, ‘Não, obrigado(a)’. E posicionar-se assim
é declarar, de certa forma, que ele não é bom o suficiente para nós.
Irônico, não?
Mas
por que o rejeitamos? Talvez seja porque ele nos intimida demais.
Pensamos, ‘quem quer estar casado (a) com alguém perfeito? Ele(a)
notaria os meus defeitos o tempo todo!’ Mas Deus não nos pede para
sermos perfeitos, mas para simplesmente nos achegarmos a Ele em nossa
imperfeição. Ele até nos diz que retirará de nós os nossos defeitos na
próxima vida, para que nos tornemos mais como Ele.
Então
o que é isso? Por que rejeitar alguém tão maravilhoso como Deus? Só Ele
sabe. Para cada um, a razão pode ser diferente. De qualquer forma, é
muito humilde da parte de Deus permitir que possamos decidir a respeito
disso. É de fato uma grande condescendência.
Pense
um pouco. Deus é Deus; nós não somos. Nós precisamos Dele, mas Ele não
precisa de nós. Ele pode existir sem a gente. Ele sempre existiu. Mas
nós não podemos existir sem Ele. Nós nunca existimos sem Ele.
E
Ele sabe que é a melhor opção para nós. Ele sabe que é a pessoa mais
bela, inteligente, honesta, amorosa e cuidadosa que já existiu. Ele sabe
que, se nós nos entregássemos para viver em relacionamento com Ele,
seria para o nosso próprio bem. Na verdade, não há nada que poderia ser
melhor. Nada.
Por
isso, com todo o direito, Ele não deveria permitir que escolhêssemos
rejeitá-lo. Mas Ele permite. Ele deixa que nós falemos o grande ‘não,
obrigado(a)’. E quem somos nós para rejeitá-lo?
Deus deixou as decisões para nós
A
maior condescendência é que Deus se mantém pronto para nos receber, na
hora em que decidirmos nos aproximar dele, mesmo que a nossa obrigação
fosse buscá-lo desde o começo. Se Ele fosse esnobe ou rancoroso, nunca
nos aceitaria. Por que Ele teria que se rebaixar (e, de fato, Ele o faz)
para nos receber depois de o rejeitarmos.
Mas
Deus nos mostra graça e misericórdia. Ele é compassivo. Ele é paciente.
Ele bate na porta dos nossos corações e espera por uma resposta. Ele
nos permite tomar a grande decisão. Existe um ‘não’ mais assombroso do
que um ‘não’ dito a Deus? Existe um ‘sim’ mais completo do que um ‘sim’
dito a Deus?
Assinar:
Comentários (Atom)