underground jesus freak
terça-feira, 1 de maio de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Como pode um Deus amoroso mandar pessoas para o inferno?
Nossa resposta: Aqui estão algumas coisas a serem consideradas:
Deus dá a todas as pessoas evidências suficientes de sua existência.
“Pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles [os homens], porque Deus lhes manifestou. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis”. (Romanos 1: 19-20)
“Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos”. (Salmos 19:5)
Apesar disso, as pessoas escolhem não conhecê-lo.
“Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador…” (Romanos 1:25)
“Diz o tolo em seu coração: “Deus não existe”” (Salmos 14:1)
“Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho.” (Isaías 53:6)
“Deus olha lá dos céus para os filhos dos homens, para ver se há alguém que tenha entendimento, alguém que busque a Deus. Todos se desviaram, igualmente se corromperam; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer”. (Salmos 53:2-3)
“Nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus”. (2Timóteo 3:1-4)
Portanto, Deus está dando às pessoas o que elas querem.
Deus quer que todas as pessoas sejam resgatadas de seus pecados e conheçam a verdade (1Timóteo 2:3-4). Ele deseja que todos se arrependam e venham a conhecê-lo (2Pedro 3:9). Entretanto a Bíblia também revela que Deus não força ninguém a reconhecê-lo. Ele permite que as pessoas o rejeitem mesmo que isso não o agrade. Deus é amor (1João 4:16), mas ele permite que as pessoas rejeitem seu amor e permaneçam em seus pecados.
A bíblia diz que haverá um julgamento, quando todos terão que se apresentar diante do trono de Deus (Apocalipse 20:11-13). Qualquer um cujo nome não for encontrado escrito no “livro da vida” será jogado no lago de fogo (Apocalipse 20:15).
Deus disse aos israelitas: “Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e os seus filhos vivam.” Deuteronômio 30:19). Esta é a escolha perante cada um de nós: a bênção ou a maldição, vida ou morte, o amor de Deus ou a ira de Deus.
Parece ilógico para alguns que Deus possa ser amoroso e iracundo ao mesmo tempo. Entretanto, muito do caráter de Deus é além da nossa compreensão. A ira de Deus e o seu amor são compatíveis, mesmo que de uma forma que não possamos ainda compreender.
Mesmo que não possamos entender completamente, a decisão ainda está diante de nós. Deus diz que todos nós merecemos sua ira e julgamento. Jesus disse: “…a menos que vocês creiam que Eu Sou vocês morrerão em seus pecados”( João 8:24). Mas Ele convida a todos a se dirigirem a ele para obter perdão, para ao invés d eserem condenados por ele possamos ser perdoados e reconciliados com ele. Jesus disse: ” Em verdade, em verdade vos digo: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida”. (João 5:24). Para descobrir como começar um relacionamento com Deus e receber a vida eterna veja ”Conectando-se“.
Anjo de luz
Paulo era um ferrenho perseguidor da Igreja Cristã primitiva. Imbuído de autoridade, concedida pelo principal sacerdote, foi à caça de mulheres e homens convertidos para arrastá-los à prisão.
Seu ódio implacável não era devido à inveja, posição política, interesses econômicos ou pessoais.
Sua obstinação em tentar frear o cristianismo se dava por conta de seu extremo zelo pela fé tradicional de seus antepassados.
Era um religioso fanático. Cego, espiritualmente.
Por outro lado, também mostrava algo sublime em seu caráter: zeloso na sua fé e irrepreensível no cumprimento da Lei Judaica.
Ou seja, era sincero. Assumia sua crença.
Por conta dessa sinceridade, Deus o designou como instrumento escolhido para ser apóstolo enviado aos gentios.
Seu encontro com Jesus no caminho de Damasco mudou o curso da sua história e da Igreja.
Advogado inteligente, estudioso e profundo conhecedor das Escrituras Sagradas, inicialmente encontrou forte oposição por parte dos primeiros apóstolos, que não criam que um perseguidor e noviço na fé se transformasse "da noite para o dia" também num apóstolo.
Porém, diante das revelações extraordinárias, profecias, obras e, sobretudo, do testemunho do Próprio Senhor Jesus a Ananias (Atos 9.10-13), todos o aceitaram como um apóstolo temporão.
No decorrer de seu ministério entre os gentios (não judeus), Paulo logo identificou obreiros fraudulentos transformados em apóstolos de Cristo.
“Porque os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras.” 2 Coríntios 11.13-15
Que lições tiramos disso?
Que o mesmo espírito que se fazia passar por anjo de luz, na época de Paulo, se manifesta nos dias atuais;
Que o mesmo Espírito de Deus que revelou a Paulo os obreiros fraudulentos, nos tem revelado também os falsos apóstolos;
Que as credenciais de um verdadeiro apóstolo são:
Como um patriarca, o apóstolo é o primeiro dos ministérios. É como o tronco principal, a primícia de Deus. A partir dele vem o profeta, depois o evangelista, pastor e mestre. Nele estão inseridos os demais ministérios. I Coríntios 12.28; Efésios 4.11; 2 Pedro 3.2
Que podemos e devemos provar os espíritos, sim.
“Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora.” I João 4.1
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Porque existe briga e dissenções entre as Igrejas Evangélicas?

O Reino de Deus é feito de ordem e disciplina. Como corpo do Senhor, a Igreja (Reino de Deus na Terra) é formada pelos nascidos do Espírito Santo, lotados em diversas denominações evangélicas.
Esse corpo perfeito funciona de forma harmoniosa e rigorosamente de acordo com o Cabeça. Nele não há indisciplina, rebelião, insubmissão, insulto ou coisa parecida. Antes, cada membro funciona em sintonia com o outro em submissão e amor.
Todos trabalham por uma única causa: o desenvolvimento do Reino de Deus no mundo.
Ao afirmar que as portas do inferno não prevaleceriam contra Sua Igreja, o Senhor Se referia à Igreja Espiritual.
Ela é totalmente distinta da igreja institucional (igreja denominacional).
Enquanto a Espiritual serve ao Cabeça – Senhor Jesus Cristo – a institucional trabalha pela sua própria causa.
São muitos os conflitos de interesses entre os membros das igrejas institucionais. Cada um puxa a brasa para sua própria sardinha. E a carne impera livremente.
Dissenções, facções, difamações, calúnias e mentiras fazem parte do triste quadro das diferentes comunidades chamadas cristãs. E isto só acontece porque seus membros jamais nasceram de novo. E não nasceram de novo porque não morreram para o mundo…
…se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto. (João 12.24)
E o pior é que esses nascidos da carne ainda dificultam a entrada dos que querem entrar no Reino de Deus (Igreja Espiritual).
Usam a Bíblia e o Nome de Jesus à vontade…
Todo o cuidado com o fermento deles é, no mínimo, obrigação na defesa da salvação eterna.
Que o Senhor Jesus os abençoe!
O que você tem em comum com Deus?
Imagine que dois estranhos estejam sentados lado a lado num avião. A conversa entre eles dois pode ser mais ou menos assim:
- Ah, esses aviões, eu simplesmente odeio voar!
- Eu também, sempre estou viajando a negócios, mas ainda não me acostumei com isso.
- Então você está indo a Baltimore a negócios?
- Não. É que tenho família lá. Estou indo para visitar alguns parentes.
- Eu também tenho parentes lá. Você cresceu em Baltimore?
- Sim.
- Legal. Eu também.
Quando conversamos, procuramos falar sobre temas em comum. Nós buscamos assuntos em comum. Quando as pessoas não os conseguem achar, elas “apenas não têm nada a dizer”, ou talvez elas começam a falar do clima (existe coisa mais comum que o clima?).
É fácil nos relacionarmos com as pessoas quando temos algo em comum com elas. Como humanos, temos muito mais facilidade de nos relacionarmos com outros humanos do que com uma pedra ou uma árvore. Por causa da tremenda diferença entre nós e uma planta, não há como haver interação. Isso pode até parecer bobagem, mas é um fenômeno óbvio em nossas vidas.
Outra coisa a notar: à medida que temos mais semelhanças com o outro, a relação fica melhor. Mesmo que não possamos nos relacionar bem com uma planta, nós podemos lidar bem melhor com um animal (de estimação, por exemplo). Por quê? Porque os animais são mais semelhantes aos humanos do que as plantas. Quanto mais semelhanças existirem entre as duas partes, maior a possibilidade de relacionamento e mais alto o grau de afinidade.
Talvez esse fenômeno explique algo que vemos no primeiro livro da Bíblia. Lá a gente descobre que Deus fez a humanidade “à sua imagem e semelhança”. Nada na Terra, a não ser as pessoas, são feitas à semelhança de Deus.
E o que significa ter sido criado à imagem e semelhança de Deus? Talvez tenha sido a forma que Ele planejou para nós termos algumas das qualidades que Ele possui. Ainda que, reconhecidamente, num grau bem menor, nós podemos pensar, sentir, nos comunicar através da língua, criar, imaginar, magoar profundamente, nos divertir, brincar. E, semelhante a Deus, nós ainda temos um aspecto exclusivo e imaterial: o espírito. Temos também autoconsciência — “penso, logo existo”.
De muitas formas, parece que Deus nos criou como finitas versões de Sua própria infinitude. Isso nos diz muito sobre Sua intenção: em outras palavras, Ele deseja se relacionar conosco. Considere isso: você, com todas as suas peculiares características pessoais, habilidades, emoções e imaginação, é um quadro ambulante ilustrando as qualidades que servem de mini-exemplos do caráter de Deus e de Sua existência. Ele nos projetou para nos relacionarmos com Ele, e você é uma prova disso. Na verdade, todas as pessoas são. Mesmo que todo ser humano seja único (o que particularmente já é um milagre), somos todos imagem e semelhança de Deus.
E, sendo humanos, isso significa que estamos em uma posição privilegiada de adorar a Deus. Pense sobre isso. Quando foi a última vez que estava dirigindo numa estrada e viu bois celebrando em uma cerimônia religiosa? Exceto talvez em desenhos animados, animais não adoram a Deus. Mas em toda parte da história da humanidade e em toda parte do mundo, a existência humana tem se envolvido em uma forma de adoração ou outra. Talvez isso seja por que fomos feitos à imagem e semelhança de Deus Alguma coisa dentro de nós sabe que a vida tem um elemento espiritual em si, e que Deus deve estar envolvido nisso.
Para aprender mais um pouco sobre como ter um relacionamento com Deus, dê uma olhada em “Conectando-se” ou leia o livro de “João” na Bíblia.
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